
Com o tema Futurismo, Martha Gabriel abordou as constantes mudanças digitais que vem acontecendo no mundo. “Estamos tendo mudanças o tempo todo, a coisa mais importante que temos que aprender são as regras do jogo digital. Quem está entendendo a regra do jogo está ficando bilionário”, disse.
rnDestacou também a importância de ter um momento para estudar, analisar, e verificar o que está acontecendo de novo, ver as tendências, saber para onde se está indo. “O nosso grande problema é que está acontecendo tudo tão rápido, temos tantas pendências, que a gente não está tendo tempo para olhar as tendências. A gente não vê coisas. É importante saber para onde está indo e mudar se for preciso”.
rnA palestrante explicou que é preciso ter letramento de futuro para saber antecipar o que vai acontecer. “O futuro ninguém consegue prever, mas podemos traçar cenários de futuros possíveis, e quando traçamos cenários nos preparamos para eles. Os melhores cenários são bons para toda a humanidade e não só para a gente”.
rnEm seguida, Martha Gabriel falou que o estudo do futurismo ajuda a traçar cenários. “O futurismo não é adivinhação, é pesquisa. O domínio dessa competência nos permite modificar nossas ações no presente para evitar futuros indesejados. A nossa visão de futuro trilha nossas ações de presente. Temos que ter ousadia de imaginar o futuro que a gente quer. Quando temos visão de futuro que queremos realizar, mudamos nossas ações do presente”.
rnOutro tema abordado na palestra foi o metaverso. Matha Gabriel afirmou que ele não é uma revolução, e sim uma evolução. Explicou que não iremos entrar no metaverso, mas que já estamos nele. “Desde o início da era digital temos vivido gradativamente uma fusão entre os mundos físico e digital. Metaverso é uma evolução das camadas de experiência que o ser humano tem no planeta, não é só mundo virtual 3D, é toda a fusão on e off”.
rnAlertou para o fato de da população se preparar para essa evolução. “Precisamos nos preparar para essa evolução do metaverso, que expandirá para todas as dimensões da nossa vida. No varejo, por exemplo, é natural que você queira comprar coisas, integrar seu avatar com skins e objetos. Se compro uma bolsa no mundo físico, vou querer usá-la também no mundo virtual. Lá tem itens adicionais, então, existe um mercado potencial. Qualquer empresa que conseguir produzir experiências digitais para esses ambientes adicionais que estão surgindo, as camadas 3D ou produtos e serviços que ajudem nessa experiência, têm oportunidade no metaverso”, falou.
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15 de julho de 2022